Confederação ressalta importância de ter como prioridade as condições
dignas no local de trabalho.
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Foto: DIEESAT |
A Comissão
Intersetorial em Saúde do Trabalhador (CIST), é uma comissão estabelecida no
Art. 12 da Lei Orgânica da Saúde 8.080/90, subordinada ao Conselho Nacional de
Saúde, integradas pelos Ministérios e órgãos competentes e por entidades
representativas da sociedade civil. No Parágrafo único coloca que esta comissão
tem a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde,
cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de
Saúde (SUS).
Ainda amplia no Art. 13 tendo como objetivo a articulação das
políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em
especial, as seguintes atividades: VI - saúde do trabalhador.
A CIST no âmbito nacional, subordinada ao Conselho Nacional de Saúde, foi instituída pela Resolução CNS nº 011, de 31 de outubro de 1991. Posteriormente, houve a reestruturação em sua composição por meio da Resolução CNS nº 185, de 08 de maio de 1996, e da Resolução CNS nº 296, de 02 de setembro de 1999. Atualmente, a sua composição está definida na Resolução CNS nº 387, de 14 de junho de 2007. São 17 membros titulares e seus respectivos suplentes, mais o coordenador e coordenador adjunto, que são conselheiros nacionais. Esta composição inclui a articulação Intersetorial necessária para o acompanhamento das ações em Saúde do Trabalhador.
A CIST no âmbito nacional, subordinada ao Conselho Nacional de Saúde, foi instituída pela Resolução CNS nº 011, de 31 de outubro de 1991. Posteriormente, houve a reestruturação em sua composição por meio da Resolução CNS nº 185, de 08 de maio de 1996, e da Resolução CNS nº 296, de 02 de setembro de 1999. Atualmente, a sua composição está definida na Resolução CNS nº 387, de 14 de junho de 2007. São 17 membros titulares e seus respectivos suplentes, mais o coordenador e coordenador adjunto, que são conselheiros nacionais. Esta composição inclui a articulação Intersetorial necessária para o acompanhamento das ações em Saúde do Trabalhador.
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Foto: CISTT |
Durante os encontros, foram discutidos temas como o assédio moral e as conseqüências para a classe trabalhadora, além da organização do controle social sobre políticas voltadas à saúde no ambiente laboral.
Dentro desses pontos estão as
eleições do conselho de gestão de Saúde no período 2019-201, a 16ª Conferência
Nacional de Saúde do Trabalhador, o 9º Encontro Nacional de Comissões de Saúde
do Trabalhador e a 2ª Jornada de Saúde do Trabalho da Câmara Técnica, que
acontece em Brasília no final de novembro.
Nesta quarta (5), o encontro
promoveu o curso de formação em controle social de saúde do trabalhador com o
objetivo de qualifica todos os conselheiros da CISTT.
Para Domingos Mota, a
qualificação e troca de informações permite que o controle social, algo tão
combatido pelas empresas privadas do setor de saúde, seja mantido e
ampliado.
“É fundamental que os
trabalhadores estejam aptos a avaliar o planejamento do SUS (Sistema Único de
Saúde) no sentido de aplicarmos na prática o controle social da saúde do
trabalhadora. Nossa função é acompanhar esse controle e as políticas dos Cerest
(Centros de Referência de Saúde do Trabalhador) regionais e municipais, bem
como apoiar a criação das CISTT onde não há. Onde houver o Cerest tem de ser
criado o Cist para acompanhar a implementação execução de orçamento do
Cerest e a política de transversalidade do SUS”, apontou o dirigente.
De acordo com o dirigente,
cada vez mais as condições dignas no local de trabalho devem ser prioridade
para todos aqueles que enxergam no trabalhador um cidadão de direito.
“Temos batido na tecla de que
a saúde do trabalhador virou questão de direitos humanos, porque nós, num setor
que já é bastante precarizado, temos lidado diariamente com situações que
beiram a escravidão, baixos vencimentos e uma exploração abusiva da mão de
obra”, aponta o dirigente.